domingo, 12 de setembro de 2010

Penafiel e Belenenses anulam-se




Jogo no Estádio Municipal 25 de Abril, em Penafiel.


Penafiel: Márcio Ramos, Zamorano, Sandro, Digão, Elízio, Bruno Madeira, Hugo Soares, Vítor (Wesllem, 75), Kanu, Manoel (Cascavel, 75) e Michel.

Belenenses: Semmi, Barge, Baggio, Célio Santos, André Pires (Devic, 46), Celestino, Balú, Miguel Rosa, Fredi, Souza (Calé, 50, Luís Carlos, 72) e Camará.

Árbitro: Bruno Paixão (Setúbal).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Kanu (20), Calé (56), Balú (70), Devic (73), Célio Santos (83).


O Penafiel e um renovado Belenenses empataram 0-0, em jogo antecipado da 2.ª jornada da Liga Orangina, disputado no Municipal 25 de Abril, em Penafiel, e marcado por escassas oportunidades de golo.
A equipa anfitriã foi quem mais fez pela vitória, sobretudo no segundo período, mas os lisboetas foram coesos e souberam sofrer na defesa de um ponto.
Após este jogo, o Penafiel isolou-se provisoriamente na liderança da prova, com quatro pontos, mas dois do que o Belenenses, a meio da tabela.
Com Digão a repetir a presença no onze e a mostrar que é mais do que o irmão do internacional brasileiro Kaká, o Penafiel jogou em 4-3-3, à semelhança do Belenenses, com as duas equipas a coincidirem ainda no formato do meio-campo.
A primeira parte foi equilibrada, revelando a espaços algum ascendente territorial do Belenenses, mas sem grandes situações de golo, apesar de a formação anfitriã ter sido mais rematadora.
O lance mais perigoso deste período aconteceu aos 33 minutos e levou o selo de qualidade do 'penafidelense' Michel, um jovem brasileiro a merecer outros palcos, num livre direto que obrigou Semmi a efetuar uma grande defesa.
O Belenenses, com uma renovada dupla de centrais, um meio campo mais sólido e criativo com Balú e Miguel Rosa e um ataque mais forte também podia ter marcado após desatenção de Márcio Ramos, aos 30 minutos, mas conseguiu apagar a imagem deixada após a derrota (3-1) para a Taça da Liga.
A segunda parte mostrou um Penafiel mais 'mandão' e pressionante, mas o melhor que a equipa conseguiu foi uma bola no ferro após cabeceamento de Sandro, aos 56 minutos, face ao um Belenenses cada vez mais remetido à sua defesa.

Record

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